


Uma casa muito bacana, onde 18 artistas dividem o espaço de criação. Vários cômodos estão ocupados com obras e alguns stencils vagam pela casa! Acesse: http://casadalapa.blogspot.com




A Matilha Cultural é um espaço aberto às artes urbanas. No centro de São Paulo, próximo ao metrô República, é um local onde artistas, entusiastas e iniciantes não só apreciam exposições de graffiti, stencil e outras linguagens contemporâneas, como também, trocam informações e realizam oficinas. Neste sábado, dia 3 de março, quem ofereceu técnicas – avançadas – para a criação de stencil foi a artista Simone Siss - que está com exposição na casa até o fim do mês. Como muitas pessoas procuraram se inscrever, é bem possível que seja realizada uma nova aula, no próximo sábado, 10. Para mais informações, entre em contato com a Matilha – http://matilhacultural.com.br.






















A Rua Augusta é uma fauna aos fins de semana. Durante os outros dias e sob a luz do sol, as manifestações de artistas públicos se tornam uma espécie de galeria à céu aberto de gostos e expressões.
Um dia ainda irei fazer um inventário sobre essa parte tão peculiar de São Paulo. As imagens abaixo foram feitas em dezembro último e retratam a fauna que por ali vaga.

Depois de alguns anos pesquisando stencil na Internet, com ajuda de amigos e registrando peças em Juiz de Fora, Rio, SP e Buenos Aires, passo agora, uma temporada em São Paulo e logo, quero estar próximo à produção local, aos artistas e entusiastas. Ano passado foi um tempo de produção bastante específica, mas com oportunidades para boas fotos e oficinas para alguns novos companheiros de estrada. Gostaria de aproveitar a estadia para exercitar e aprender novas técnicas e visões sobre a relação da arte e da expressão (política?) da e com a cidade.
Nesta próxima terça, na Matilha Cultural, espaço em SP que apóia e abre oportunidades para exposições e debates sobre street art, irei conferir a abertura da exposição “SISSTEMA”, de Simone Siss.
Segue texto do site da matilha:
Entre os dias 28 de fevereiro e 1º de abril, a Matilha Cultural recebe a primeira exposição individual da paulistana, Simone Sapienza Siss marcando o inicio das atividades expositivas na galeria. Intitulada “SISSTEMA”, a mostra retrata o universo da artista plástica autodidata, que conheceu a arte urbana há dois anos, num curso de stencil. A abertura será durante o tradicional happy hour, Aquecimento Central com os DJs Zinco e Soares e entrada gratuita. Serão doze obras em tamanhos variados e imagens desenvolvidas em diferentes suportes e tamanhos. O material utilizado varia entre mdf, papel, madeiriti, tela, parede e ainda betoneira e toy art.
Algumas peça de Simone:




O Coletivo Alto*Contraste é formado pelo casal Lee e Lou de São Paulo – confiram o blog da dupla altocontraste-sp.blogspot.com e o vídeo feito pela MTV.





“Memoria, Verdad y Justicia” 35 años del golpe militar genocida
El 24 de marzo de 1976 las Fuerzas Armadas usurparon el gobierno constitucional en la República Argentina por medio de un golpe de estado. Desde ese momento, el régimen militar, que se autodenominó “Proceso de Reorganización Nacional”, llevó adelante una política de terror. La “desaparición”, forma predominante a través de la cual ejerció la represión política, afectó a 30.000 personas de todas las edades y condiciones sociales que fueron sometidas a la privación de su libertad y a la tortura, y entre ellas a centenares de criaturas secuestradas con sus padres o nacidas en los centros clandestinos de detención a donde fueron conducidas las jóvenes embarazadas. Los niños robados como “botín de guerra” fueron inscriptos como hijos propios por los miembros de las fuerzas de represión, dejados en cualquier lugar, vendidos o abandonados en institutos como seres sin nombre N.N. De esa manera los hicieron desaparecer al anular su identidad, privándolos de vivir con su legítima familia, de todos sus derechos y de su libertad.
Gracias a la lucha de estas mujeres, Abuelas de Plaza de Mayo, Madres de Plaza de Mayo, HIJOS de desaparecidos, familiares de desaparecidos y organizaciones de derechos humanos, hoy se puede estar juzgando a los genocidas… porque se negaron a olvidar cuando estaban obligados a la amnesia colectiva.
Hoy siguen desaparecidas 30.000 personas.
Hoy se están juzgando los genocidas represores caso único en América Latina.
Hoy en día la lucha sigue en pie firme de la mano de estas mujeres caso único en el mundo.
Intervención realizada en La Matanza (Bs As.) para conmemorar la lucha de las madres y abuelas de plaza de mayo en el día que se cumple 35 años del golpe militar genocida.
Nazzareno // Nazza Stncl ///*
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http://www.flickr.com/photos/nazza_stncl
Em 2009, StencilArt visitou a politizada capital Argentina. Agora, dois anos depois, Lúcio Oliveira, enviou para o blog novos registros. Caso você esteja armado com uma câmera. em algum lugar onde exista stencils, envie para o e-mail joaopaulopaes@yahoo.com.br.
Muro do Teatro Que Nunca Acaba Carlos Pascoal Magno, em JF.
Utilizo a rua para atrair olhares. Sei que ainda vivemos sob uma ditadura social silenciosa. O preconceito e o tradicionalismo ainda causam muitas feridas no Brasil, principalmente, no interior, ainda mais no de Minas Gerais. As pessoas se espantam, mas tem muita curiosidade.
Enquanto pintava as camisas apareceram três garotos. Um deles queria saber quanto cobrava para colocar um nome na camisa dele do Chelsea. Os outros dois percebi que estavam mais interessados no processo que ocorria ali, naquele momento. Ofereci a lata e a máscara ao pequeno botafoguense que logo aceitou e partiu para o muro. Seu dedo ainda virgem desse tipo de lata apertou com vontade esse tipo outro de subversão. É verdade que o “Sementinha” (do mal, como diria seus colegas) acabou borrando o desenho da Frida, todavia tenho pra mim que esse tipo de experiência não só fica no sujeito, como pode construir um caminho diferente. Espero poder, ainda esse ano, estar próximo à comunidades com zonas de tensão e levar um pouco de consciência e arte, apontando a esses garotos a necessidade sim, de se adquirir identidade, mas não pela violência nem pela submissão!
Vamos tomar as ruas!!!
Alguns alunos pediram ajuda para a confecção de stencils para camisas! Esse é o Elvis – ganhei uma! Tem a Marilyn também… o motivo é a pop art!
Depois de muito tempo pensando no que fazer, cheguei a conclusão de que a arte não necessariamente deve ser pensada. Nem tudo (ou quase nada) está no consciente. O que há por trás de nossos atos são mensagens do que somos, do que queremos, do que sonhamos. O Inconsciente deve ser visto como algo positivo e engrandecedor, não um mistério que nos assola e nos deixa enlouquecer. E dessa forma eu aprendi que enquanto recalcamos nosso movimento – simplesmente não fazendo por que não sabemos o que exatemente fazer – deixamos de participar de nosso próprio mundo, daquilo que está em nossa essência e liga cada ponto da existência. “Fazer”, por si mesmo, já é uma porta que se abre em sua mente para o que nela está estocado, a procura de vazão.
Vivemos em uma sociedade que se apresenta descartável. Ao mesmo tempo, e em paradoxo, pelo excesso de racionalização, qualquer trabalho de foro íntimo é realizado com o intuito de perpetuação. Todavia, o que oferecemos em nossas intervenções urbanas são imagens que se tornam perecíveis à medida em que outros não a querem mais ali, naquele espaço urbano coletivo. Para tanto, tive que atravessar algumas etapas, inclusive de desapego à obra. Primeiramente, grafitei em muros e outros elementos da paisagem urbana usando a máscara de stencil como meio de realização e o concreto e/ou outro suporte, como participante do trabalho, afinal, sua textura e coloração influciavam diretamente no contraste da imagem ali apresentada. Apesar da satisfação em trazer ao meio externo uma vontade interna, realizando este movimento catártico, não concordo com a depredação do patrimônio alheio, não que eu acredite haver um patrimônio, mas há a necessidade de que se preserve a ordem em determinadas circusntâncias e níveis. Assim, passei a utilizar como suporte folhas velhas de jornal. Esse novo meio, além de alimentar minha vontade em não agredir deveras a razão daqueles que possuem os muros (pois ao colar o jornal, a imagem não fica impressa diretamente no concreto ou no material do lugar), ainda me serve de metáfora sobre o meio urbano e o meio de comunicação de massa jornal. Suas notícias, fotos e publicidades têm relação direta com a vida nas cidades e essa relação é refeita ao se aplicar a imagem de stencil e retornar os fatos (que “saíram” da cidade), para os muros.



Em praticamente todos os lugares onde há gente, há política. Ela é esse jogo que rola por cima e também, por debaixo dos panos. Em nosso país, ela se tornou um termo apropriado para uma classe de pessoas: os políticos. Entretanto, o que há são indivíduos alienados do próprio poder político, pois independente do desejo, do querer, quando se está vivo, se está fazendo política. É assim na sua casa, no trabalho, nos estudos e, principalmente, internamente em nossas negociações mentais, onde a subjetividade também requer manobras de alívio e tensão. Ou seja, esse jogo de amarra-estica, de pega-e-solta, de mostra-esconde, percorre todos os níveis, desde os mais inferiores, passando aos da esfera mídiática – jornais, políticos de carteirinha, personagens de teatro, televisçao, cinema – e chegando a um nível mais elevado onde as coisas acontecem, lá onde costumam enxergar a aristocracia. Todavia este termo não deve ser encarado como uma classificação social. O aristocrata, na verdade, é aquele que, independente do campo de atuação e da forma como atua, está na ponta, vivendo ou enxergando além do que está abaixo ou atrás. Ele consegue vê outras matemáticas que não estão sendo usadas ou mesmo, é o único capaz de manipular habilmente certas ferramentas.
Uma das mais ideológicas e simbólicas representações da cultura brasileira é a bandeira de Minas Gerais. Sua confecção se deu sobre influência da busca pela libertação física e política das garras lusitanas. Em volta do triângulo, símbolo que denota tanto o fogo, a criação, como a ascenção, o equilíbrio e a sabedoria, têm-se alguns dizeres: “Libertas quae sera tamen”. Na tradução do latim, “Liberdade antes que tardia”.

Stick colado na porta de armário de uma academia de ginástica (Juiz de Fora – MG)













Banksy – genial!
































































































VIVA LA EVOLUCIÓN!!!

Na cidade, a relação é parecida. O indivíduo opera como se fosse um componente qualquer da massa. Um ponto insignificante que não consegue se perceber totalmente como agente social A individualidade não é requerida por características artísticas, intelectuais, de caráter, e sim, através de números e nomes que compõem uma lista de dados. Somos qualquer um, qualquer número na fila de outros tantos números. Todavia, o espírito do homem não se convence facilmente desta máxima na qual insiste a cultura. Por isso, brinca sobre a cidade pintando mensagens para expressar ora a sua satisfação, ora insatisfação, sendo racional e indiferente, agressivo ou inclusivo.

Mas o mais interessante disso tudo é perceber a cidade como criação coletiva do homem em parceriacom a Terra e suas qualidades. Ela também é feita de natureza, o que compõe suas ruas e praças são criações suas, manipuladas pela inteligência, por isso, a natureza da cidade é um pouco misturada com a humana e suas máquinas, crenças, burocracias, hierarquias, finanças, controles, agressividades


















Recebemos estas imagens por e-mail:


Nota publicada en Wooster Colective.
Soy NAZZA (los que ya me conocen sabrán) soy del oeste de Buenos Aires- Argentina lugar llamado “La Matanza“ nombre dado por la masacre aborigen que se dio en este lugar por 1890.
En homenaje a esto y para reivindicar a los pueblos originarios de América hice este proyecto con el fin de no olvidar y valorar nuestras raíces.
Y en uno de los viajes que hice por Europa decidí hacer plantillas (stencil) del rey Juan Carlos y la reina Isabel de España en la costa de Barcelona (muy cerca del monumento que tiene Colon) siendo la reina clavada por flechas y el rey Juan Carlos decapitado (como se ven en las fotos).
A la vuelta ya estaba pensado el resto de lo que seria este proyecto o la obra terminada, que consistía en que los aborígenes estén pintados por “La Matanza” (Argentina), cada cual con el elemento de ataque que dieron a estos representantes de la nobleza “sangre azul” española causante de tanta muertes de los aborígenes de América y en este punto hago una aclaración que trato de no llamarlos Indios porque el nombre es por un error geográfico de Colon porque pensó que había descubierto India; y mucho mas lindo es llamarlo pueblos naturales o aborígenes.
Todo esto lo planteo en el marco de que estamos entrando en el Bicentenario de la patria; patria que se hizo a fuerza de genocidios contra nuestros pueblos originarios de ahí este proyecto para recuperar la memoria, no olvidar y valorar a los verdaderos herederos de la tierra, por esta razones lo comparto con todos.
Saludos
Nazzareno Stencil // Nazza S/
Flickr do Nazza




A maior cidade da América do Sul é muito grande e variada e igual. É uma cidade e está em obras para as eleições, por isso, bastante limpinha por fora e beat por dentro. O melhor de tudo é ser turista em São Paulo e mesmo assim, é possível entender o sono e a insatisfação da convivência silenciosa e obrigatória do metrô.
Nazzi já frequentou este espaço em setembro. Agora o Hermano irá pousar em nossas terras calientes para um exposição em plena cidade maravilhosa. Mais informações no site da HomeGrowRio.
Nosso nobre e oficial colaborador @thum deixou a alegria do carnaval mineiro e foi passear pela paulicéia ao lado das Novas Tecnologias de Comunicação e Informação (NTCI).
Ao invés de desfilar na avenida, Thum recolheu imagens para este virtual departamento. Ele já havia estado em Lisboa e da terrinha trouxe estas aqui oh, páH!
STENCIONANDO SP´10 – by @thum





As próximas são de uma exposição que aconteceu no MASP, em fevereiro.


Hoje, 21 de fevereiro, retomo minha vida como agitador das ruas virtuais!
Inicio projeto on e off!




